Um produto. Um contrato. Um responsável.
Você não compra equipamento de um fornecedor, obra de um instalador e conexão de uma cooperativa, torcendo para os três funcionarem juntos. Compra uma usina solar completa, direto da IBS, já conectada a uma carteira de consumidores captada pelo instituto.
Ninguém garante o que não controla.
Três números, e todos eles estão no contrato
Não são expectativas de mercado, são obrigações assumidas por escrito. Prazo para começar a compensar, penalidade se esse prazo cair, e taxa nenhuma pelo caminho.
Projeções de retorno são condicionadas e não constituem promessa ou garantia de rentabilidade. O resultado real depende do projeto, do contrato, da regularização junto à ANEEL, da concessionária e da ocupação da usina por consumidores. A taxa de integração é zero neste produto porque está embutida no preço da usina, e essa condição não se estende às demais formas de conectar uma usina à Cooperativa. O prazo de 180 dias é aberto em 90 dias de obra mais 90 dias para o início da compensação.
Um produto fechado, não um orçamento montado na hora
A Usina de Investimento IBS é um modelo aprovado de 75 kW, com portfólio de equipamentos definido: módulo, inversor e estrutura escolhidos pela engenharia do instituto. Escopo definido, benefícios definidos, e nada disso muda de proposta para proposta.
O atendimento pode ser feito por um Representante IBS, mas a venda, a responsabilidade e a garantia são nossas. É exatamente isso que permite garantir prazo em contrato.
Contrato, nota fiscal e faturamento
Tudo no nome da IBS. Você não assina com três empresas diferentes e não descobre, no problema, que cada uma aponta para a outra.
Engenharia gerida pelo instituto
Responsabilidade técnica com nome e registro, sob gestão da IBS, do projeto ao comissionamento.
Conexão na cooperativa IBS
Todo o processo junto à concessionária, com prazo garantido em contrato, e a usina entrando no rateio da cooperativa.
Nada disso é opcional, nada disso é cobrado à parte
O item 4 é o que costuma faltar no mercado, e é o que separa uma usina construída de uma usina faturando.
A usina completa
Projeto, equipamentos, estrutura, instalação e comissionamento.
A responsabilidade técnica
Engenharia com nome e registro respondendo pela obra.
A conexão
Todo o processo junto à concessionária, com prazo garantido em contrato.
Os consumidores
Carteira B2B já captada pelo instituto, alocada à sua usina pelo rateio da cooperativa. Você não entra na fila para procurar quem vai usar a sua energia.
A operação
Faturamento, cobrança e gestão do ativo, mês a mês.
O repasse
Fechado o ciclo, você é informado do valor antes do pagamento.
Cada elo fora do seu controle vira risco que alguém assume
E nesse mercado, quem assume normalmente é o dono da usina. A IBS escreve prazo e penalidade em contrato porque controla as oito pontas que a operação exige.
Cooperativa
A compensação da energia gerada, com rateio próprio.
Distribuição
O equipamento comprado no volume de todo o ecossistema.
Financiamento
A estrutura que viabiliza o investimento.
Integração
A rede que instala e conecta a usina.
Engenharia
A qualidade e a responsabilidade técnica da usina.
Mercado de ativos
A saída, para o dia em que você quiser vender a usina.
Tecnologia
A gestão do ativo, do monitoramento ao rateio.
Marketing
A máquina que atrai consumidores para a sua usina.
Quem escreve penalidade contra si mesmo confia na própria operação
O risco que assusta o investidor de energia não é a usina não gerar. É a usina ficar pronta e não faturar, porque a conexão demorou ou porque não havia consumidor do outro lado. A IBS trata os dois com data e com valor.
180 dias, contados da assinatura
Prazo máximo garantido em contrato para o início da compensação, aberto em 90 dias de obra mais 90 dias para a compensação iniciar.
1% do capital por mês de atraso
Ultrapassado o prazo, a IBS paga a você 1% do capital investido por mês, mediante nota fiscal, até a compensação começar. É penalidade contra a própria IBS, não rendimento do produto.
Sem carência e sem retenção
Compensou este mês, você recebe no mês seguinte, desde o primeiro ciclo. O pagamento acontece 30 dias após a compensação efetiva.
Compensação efetiva é o momento em que os kWh da usina são compensados na conta do consumidor e a fatura é emitida para cobrança. É o marco único de todos os prazos de pagamento deste produto.
Como a operação acontece
A captação de consumidores corre em paralelo à obra, e não depois dela. É isso que faz o prazo fechar.
Contrato
Você fecha diretamente com a IBS. A garantia de 180 dias começa a correr da assinatura.
Obra
A usina é construída sob gestão de engenharia da IBS, no escopo aprovado.
Captação, em paralelo
Enquanto a obra acontece, a IBS trabalha os consumidores que vão usar a energia da sua usina.
Conexão
Concluída a obra, a usina entra no rateio da cooperativa e passa a injetar energia na rede.
Compensação efetiva
A energia é compensada na conta do consumidor e a fatura é emitida.
Pagamento
Trinta dias depois, e todo mês a partir daí. Sem carência.
O mercado ensina o investidor a perguntar as duas coisas erradas
Quem faz a obra mais barato, e quem paga mais por kWh. As duas parecem prudentes e as duas destroem retorno.
"Quem faz a obra mais barato?"
Obra barata que atrasa, que não homologa ou que deixa a usina subdimensionada come o retorno de anos. A economia aparece uma vez, na assinatura. O prejuízo aparece todo mês, pelas próximas duas décadas.
"Quem paga mais por kWh?"
O valor por kWh só significa alguma coisa se aquele kWh for efetivamente compensado. Uma cooperativa que oferece o melhor preço e compensa metade da geração entrega menos que uma que oferece preço justo e compensa tudo.
"E se não aparecer consumidor?"
Consumidor sobra no Brasil. O gargalo nunca foi encontrar, foi convencer. O que resolve é reputação, parceria com base de clientes, gestão que retém e tecnologia de rateio, e a IBS tem as quatro.
"Isso é seguro? Energia não é volátil?"
Energia é consumida enquanto a máquina roda. O retorno não depende de mercado aquecido nem de inquilino bom, depende de sol e de gente consumindo energia.
"Por que não montar sozinho?"
Integrador de um lado, cooperativa qualquer do outro. Cada elo fora do seu controle vira risco que alguém assume, e nesse mercado quem assume costuma ser o dono da usina.
"Rende, mas serve para quê?"
Energia limpa na rede, desconto real na conta de famílias e comércios, e obra e ativo produtivo na região. Você não está apenas alocando capital, está financiando infraestrutura que o país precisa e sendo remunerado por isso.
Crédito não compensado não vira dinheiro. Vira energia que evaporou.
Ativo que não tem saída não é ativo, é armadilha
O ecossistema tem um Mercado de Ativos próprio: a IBS avalia a usina, coloca à venda e conduz a negociação, e em alguns casos compra o ativo diretamente. Você não fica preso a um bem que só vale enquanto você mesmo o opera.
Você não está escolhendo quem compra a sua energia.
Está escolhendo quem vai administrar o seu patrimônio pelas próximas duas décadas. É uma decisão de gestor, não de comprador.
Ver como funciona o Mercado de AtivosPeça sua simulação
Cada usina é dimensionada para o objetivo do investidor. A simulação de retorno vem junto com a apresentação técnica: potência, equipamentos, geração estimada, layout e garantias de fabricante.
Peça sua simulaçãoOutras portas que conversam com esta
Você já tem uma usina?
Conecte o ativo à Cooperativa e receba por kWh compensado, ou use o Mercado de Ativos para vendê-lo.
Usina de Autoconsumo IBSQuer gerar a sua própria energia?
O telhado vira patrimônio, com garantia IBS de 30 anos, seguro e monitoramento inclusos.
CredenciamentoVocê instala energia solar?
Venda os produtos do instituto e execute as obras do ecossistema, com margem definida.